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A imprensa e a ditadura militar

A imprensa e a ditadura militar

A participação de grande parte da imprensa brasileira no apoio à ditadura militar (1964-1985) é hoje um dos fatos mais polêmicos entre aqueles que realmente apoiam a abertura da Comissão da Verdade e aqueles que desejam "enterrar o passado". É de conhecimento público o apoio, não apenas ideológico, como também financeiro, de certos órgãos da imprensa à insana perseguição que se seguiu ao Golpe de 64 àqueles que defendiam o Estado de direito. Gilberto Maringoni nos brinda com sua cáustica charge chamando a atenção para o descaso e/ou desconhecimento público de tais ações.

Ficha Limpa?

Ficha Limpa?

A charge nos remete à famosa obra O Grito, do artista norueguês Edvard Munch, representante do expressionismo, na qual a angústia do ser humano é retratada de forma chocante. O autor da charge, Amâncio, "brinca" com a atual lei "Ficha Limpa" segundo a qual candidatos sob processo criminal deveriam ficar fora dos pleitos. Considerando a ineficácia na aplicação da medida tão alardeada como mecanismo de purificação das instituições, o eleitor... grita.

As próximas eleições... “de cabresto”

Por Storni
As próximas eleições... “de cabresto”

A revista Careta, muito popular durante a Primeira República, era caracterizada pela irreverência de suas críticas ao regime e seus vícios tornando-se um porta-voz, principalmente, dos setores urbanos que se sentiam alijados das disputas eleitorais em função dos mecanismos de controle da máquina oficial sobre as eleições, especialmente nas áreas rurais marcadas pelo fenômeno do coronelismo.

Fonte da charge: STORNI. Careta, ano 20, n. 974, 19/2/1927 (BN) apud LEMOS, Renato (org.). Uma História do Brasil Através da Caricatura. Rio de Janeiro: Editora Letras & Expressões, s/d.

Olha o DROPS!

Olha o DROPS!

O Drops era um saquinho de balas muito consumido durante os anos 60 do século XX e era vendido nas ruas, cinemas e teatros. A charge ironiza e, ao mesmo tempo, denuncia a truculência da ditadura militar brasileira quando quase tudo e quase todos eram considerados subversivos pela máquina repressora do Estado. DOPS era a sigla de um dos setores de controle social do regime (Departamento de Ordem Política e Social) famoso pela ação violenta e arbitrária.

Fonte da charge: CLAUDIUS. 20 anos de prontidão, 1984 apud LEMOS, Renato (org.). Uma História do Brasil Através da Caricatura. Rio de Janeiro: Letras & Expressões, p. 36.